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domingo, 23 de agosto de 2026

Atualização de meus projetos - julho de 2026

 Saudações, aventureiros, taverneiros e ferreiros e até mesmo para os eventuais NPCs que chegam até aqui (que vocês se libertem da "hive mind" e passem a pensar por si próprios)!


O mês de Julho também foi um mês um tanto parado nos projetos, devido, como sempre, a muitas cobranças da "vida real" que me deixam cansado e sem tempo para me dedicar a meus projetos lúdicos, mas até que fiz mais coisas do que em junho. 

Em julho pintei mais algumas miniaturas e construí algumas peças de cenário para wargame (uma torre e uma casa camponesa).


1) Meu wargame - em julho consegui dar uma testada nas regras, fazendo um jogo-teste sozinho e fiz muitas anotações do que precisa melhorar. Pena que só consegui testar uma vez! Mas espero conseguir jogar de novo em breve, fazer mais correções, implementar, e por aí vai. 


2) A versão "boardgame" do meu wargame - Nesse projeto eu não consegui fazer nada em julho (a não ser que pintar miniaturas conte como um andamento deste projeto!)


3) Algumas aventuras oldschool - continuam paradas. Por enquanto a única que publiquei é a The Missing Children, aventura de terror gótico baseada numa que mestrei há uns 5 anos. A outra que estou escrevendo, já em estado avançado, falta editar, desenhar os mapas, corrigir erros, etc. Estou enrolando essa há muito tempo. 


4) O outro livro de regras para uma nova classe de personagens (no estilo do meu "A Jester's Rulebook") - Mesma coisa. Como sempre escrevo nas atualizações, esse não está nem em segundo ou terceiro plano: esse aqui está em quinto plano! Coloco aqui todo mês para não me esquecer dele!


5) o Bestiário low-fantasy /"old fantasy"-  Dei mais uma pesquisada e arranjei mais algumas idéias e imagens para pôr nele. Fora isso, é que nem o livro de classe nova de personagem que continua em quinto plano: eu escrevo aqui para me lembrar dele.


6) O outro livro que eu me inspirei para escrever enquanto escrevia o Saga Maker - como ele tomou um vulto maior do que minha idéia original (como geralmente acontece), então vai ficar para mais tarde mesmo. Teve apenas 1 (hum) dia em julho em que eu sentei e escrevi alguma coisa, e cheguei a pegar umas imagens novas. Uma pena, eu esperava que fosse ser um projeto rápido, mas me enganei, fui traído pela minha própria imaginação mais uma vez! Que nem a minha aventura old school, que estou escrevendo há uns 3 anos pelo menos!

7) Os meus outros livros, também em estado embrionário - mantenho aquilo que escrevo todo mês: volta e meia escrevo uma linha, um parágrafo, penso em títulos/idéias, pesquiso imagens, etc. Agora tem pelo menos uns 4 ou 5 livros assim. 

8) Este blog de RPG: em julho consegui postar outras coisas no blog sem ser a atualização mensal dos projetos. Escrevi um post sobre o Lord Soth, do universo de D&D, e  outro sobre o Tom Bombadil, do universo de Senhor dos Anéis, ambas postagens sobre ilustrações de fantasia old school.

9) O blog de wargame: em julho consegui postar umas fotos de miniaturas e fazer um "review". Confira aqui.


Tenho pelo menos mais um post pronto para publicar ainda este mês, talvez daqui a uns 4 dias. E vou me esforçar para postar esses de atualização de projetos no começo de cada mês, pois fica mais organizado.

Até a próxima, amigos! Que as brumas não os alcancem!!

Abraço do Bardo!

Fiquem com Deus!

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Atualização de meus projetos - maio de 2026

Saudações taverneiros, aventureiros, ferreiros e aos NPCs que eventualmente chegam até aqui!



Tal qual abril, maio foi um mês parado nos projetos, pois me dediquei mais à pintura de miniaturas, mas nada que eu achei que valesse à pena publicar por aqui ou no blog de wargames (mas, refletindo agora, pode ser que eu publique só pra tirar as teias de aranha de lá!). 

Mas, pelo menos, em maio escrevi um post sem ser o de atualização de projetos aqui no blog.


1) Meu wargame - em maio não fiz nada.

2) A versão "boardgame" do meu wargame -Em maio além de comprar mais umas miniaturas, comprei mais umas peças para o tabuleiro e pintei. Estou querendo muito testar minhas regras, mas confesso que fico procrastinando isso e me refugio na pintura das miniaturas.  

3) Algumas aventuras oldschool - só verifiquei que um site gerador de mapas de cidades ainda funciona. Nossa, que preguiça de diagramar e desenhar os mapas no PC! Eu acho que vou experimentar desenhar o mapa à mão, escanear e dar uma melhorada no paint mesmo e então colar no livro, para ver se isso fica melhor, ou até mesmo comprar carimbos para fazer o mapa (sim, existem carimbos para montar mapas!).

4) O outro livro de regras para uma nova classe de personagens (no estilo do meu "A Jester's Handbook") - nem mexi em maio. Esse não está nem em segundo ou terceiro plano: está em quinto plano!

5) o Bestiário (puxando mais para o lado low-fantasy ou, digamos, "old fantasy") - não mexi. Também está em quinto ou sexto plano.

6) O outro livro que eu me inspirei para escrever enquanto escrevia o Saga Maker - eu dizia que publicar em maio era uma possibilidade, mas não aconteceu. Agora eu digo que publicar em junho ainda é uma possibilidade, mas começo a vislumbrar julho, por que não tenho tido tempo para sentar no PC e mexer nisso. Conforme contei nas atualizações anteriores, eu já escrevi bastante dele, e estou preso nas barreiras da edição, principalmente diagramação de tabelas, e da seleção de imagens. Mas tem outra coisa também: ele tomou um vulto maior do que minha idéia original (como geralmente acontece), então deve demorar mesmo. 

7) Os meus outros livros, também em estado embrionário - mantenho aquilo que escrevo todo mês: volta e meia escrevo uma linha, um parágrafo, penso em títulos/idéias, pesquiso imagens, etc. Agora tem pelo menos uns 4 ou 5 livros assim. 

8) Conforme escrevi no começo do post, em maio consegui postar alguma coisa no blog, e este mês também, sem ser a atualização mensal. Será que agora em junho eu consigo 3 postagens? Aproveitei o post de hoje para atualizar a postagem que fiz sobre artes oldschool de Ravenloft, incluindo imagens de miniaturas oldschool também! Confira aqui.

9) O meu blog de wargame continua parado, e isso continua me incomodando... vou ver se consigo ânimo para postar.


Por enquanto é isso!

Abraço do Bardo!

Fiquem com Deus 

sábado, 21 de março de 2026

Atualização dos meus projetos - Fevereiro e Março de 2026

   Salve, salve, confraria do que restou da blogosfera RPG'ística brasileira!


Segue mais um post com breve atualização de meus projetos literários e lúdicos:



1) Meu wargame -  em fevereiro não escrevi nada, nem uma linhazinha que seja. Nem em março. Nem o teste com as regras eu fiz. A vida é dura: cuidar da família, trabalhar, tudo isso é prioridade e deixa esses projetos em segundo plano. E chego cansado do trabalho todos os dias. É duro arranjar tempo para me dedicar. Gostaria de ter mais tempo, mas no momento é difícil e, conforme vocês que me leem sabem, eu tenho uma dúzia de projetos ao mesmo tempo, e minha mente vai "gotejando" idéias para cada um deles e eu vou só anotando e guardando. Eu tenho arquivos no Google Docs para cada projeto e vou anotando conforme tenho as idéias - e deixo isso como conselho para meus leitores: isso é um bom uso do celular, certamente um milhão de vezes melhor do que jogar no tigrinho, jogar candy crush, e ficar scrollando no twitter!

2) A versão "boardgame" do meu wargame - Não fiz nada em fevereiro e março além de reunir algumas anotações espalhadas. E já tive idéias para outros 2 jogos, mais simples, que, quando prontos, também serão publicados no Wargame Vault (site irmão do DriveThruRPG). 

3) Algumas aventuras oldschool -  A aventura que está quase completa realmente dá muita preguiça fazer o mapa. Preciso ver se o site que eu usei para fazer o mapa da "The Missing Children" ainda funciona (infelizmente várias ferramentas gratuitas da internet eventualmente saem do ar ou o criador muda demais a maneira como funcionam e elas se tornam "inutilizáveis")

4) O outro livro de regras para uma nova classe de personagens (no estilo do meu "A Jester's Handbook") Continua evoluindo em passos de tartaruga, em fevereiro e em março não escrevi nada dele. Ele está em segundo plano agora.

5) um Bestiário (puxando mais para o lado low-fantasy ou, digamos, "old fantasy") - mantive a mesma coisa do outro mês: já foi resgatado do meu antigo notebook, mas ainda não recomecei os trabalhos. Esse vai dar trabalho por conta da necessidade de ter muitas imagens. Eu vou ter que ser mais criativo com as fontes de domínio público e talvez tenha que usar fontes de domínio público "não convencionais".

6) O outro livro que eu me inspirei para escrever enquanto escrevia o Saga Maker - muito difícil eu publicar em março, abril ainda é uma possibilidade, mas já começo a vislumbrar maio. Conforme escrevi na atualização anterior, eu já escrevi bastante dele, mas agora estou preso nas barreiras da edição e da seleção de imagens. Edição é uma das partes mais chatas, e olha que eu nem faço edições elaboradas, só faço o básico para ficar organizado e para ter aquele aspecto dos livros de RPG e de Wargame dos anos 70.

7)  Outros livros, também em estado embrionário - conforme escrevi mês passado: volta e meia escrevo uma linha, um parágrafo, penso em títulos/idéias, pesquiso imagens, etc. Tem pelo menos uns 2 ou 3 livros assim. Tem um que eu gostaria de atacar logo, tão logo publique o do item 6, acima. Veremos...

8) Este mês ainda não consegui postar alguma coisa no blog, sem ser esta atualização mensal. Mas já tenho outro texto no forno. Só não sei se vou lançar agora em março. Mas de abril não passa.

9) O meu blog de wargame continua parado, e vou precisar pensar em alguma coisa para postar lá. Fiquei vários meses sem pintar miniaturas e a greve dos correios que ocorreu em dezembro do ano passado atrasou muito a entrega de uma compra de miniaturas que eu fiz (comprei em dezembro e só chegou em fevereiro!), o que também deu uma desmotivada.

Por enquanto é isso!

Abraço do Bardo!

Fiquem com Deus!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Atualização dos meus projetos - janeiro/2026

Salve, salve, confraria! 

Estamos de volta para mais uma postagem!

Espero que todos os meus leitores estejam bem!



Segue mais um post com breve atualização de meus projetos literários e lúdicos:

1) Meu wargame - conforme escrevi na postagem passada e retrasada, já está uns 50% completo, mas em janeiro não escrevi nada, nem uma linhazinha que seja. Ainda falta fazer o teste com as regras. Isso dá uma certa preguiça, mas ao mesmo tempo estou louco para arrumar a mesa de jogo com uns cenários bacanas e com as várias miniaturas que eu já pintei! Vamos ver o que consigo fazer!

2) A versão "boardgame" do meu wargame (um dia explico melhor).Testei algumas regras, corrigi algumas coisas, mas ainda não estou satisfeito. Eu tenho uma lista de outras regras ainda para testar e outras ainda para escrever, e já tive outra idéia para outro jogo que, quando pronto, também será publicado no Wargame Vault (site irmão do DriveThruRPG). 

3) Algumas aventuras oldschool - não mexi em nenhuma delas em janeiro. Continuam paradas. A que está quase completa realmente dá muita preguiça fazer o mapa. Preciso sentar e me dedicar pelo menos uma noite a este projeto. 

4) O outro livro de regras para uma nova classe de personagens (no estilo do meu "A Jester's Handbook") Continua evoluindo em passos de tartaruga, mas eventualmente irei publicá-lo!

5) um bestiário (puxando mais para o lado low-fantasy ou, digamos, "old fantasy") - mesma coisa do outro mês: já foi resgatado do meu antigo notebook, porém ainda não recomecei os trabalhos neste aqui. Talvez eu tenha escrito algumas linhas em janeiro, mas agora não lembro.

6) O outro livro que eu me inspirei para escrever enquanto escrevia o Saga Maker - já não sei se consigo publicar em março, mas abril ainda é uma possibilidade. Escrevi bastante dele, mas agora encontrei as barreiras da edição e da seleção de imagens. Não quero gerar imagens por IA porque imagino que isso afasta muitos compradores. Então me restrinjo a usar imagens de domínio público que encontro em sites como Wiki commons e Openclipart.org. 

7) Há outros livros, também em estado embrionário, que volta e meia escrevo uma linha, um parágrafo, penso em títulos/idéias, pesquiso imagens, etc. Tem pelo menos uns 2 ou 3 livros assim. Tem um que eu gostaria de atacar logo, tão logo publique o do item 6, acima. Veremos...

8) Este mês consegui postar alguma coisa no blog, sem ser a atualização mensal dos projetos! Para quem perdeu, segue o link do meu post "Itens Mágicos precisam ser raros". Mês que vem certamente vou postar pelo menos 2 textos: a atualização mensal e outro texto sobre RPGs. 

9) Agora é o meu blog de wargame que está parado, e vou precisar pensar em alguma coisa para postar lá.

Por enquanto é isso, confraria da blogosfera dos RPGs. 

Abraço do Bardo!

Fiquem com Deus!

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

Por onde anda o Bardo

Saudações aventureiros, taverneiros, ferreiros e para vocês também, eventuais NPCs que encontram meu blog (que vocês um dia consigam libertar suas almas da "hive mind" e se tornem indivíduos de verdade!)

Um rápido post para tirar a poeira e as teias de aranha do blog. 

Tenho estado ocupado com outros projetos e hobbies, fora trabalho e estudos e, claro, cuidar da família.

Para quem quiser acompanhar, comecei um blog de wargames, bilingue, onde interajo um pouco com a blogosfera anglófona:

Condado de Australusia

A idéia é ir publicando histórias/cenários que se passam na minha "imagi-Nação" chamada Australusia, um pequeno condado na Península Ibérica medieval. 

A idéia é ir contando a história desse país desde sua fundação, no contexto das Guerras de Reconquista, até sua transformação em um Principado na época do Renascimento (por volta da segunda metade do século XVII). 

O blog também serve para eu postar fotos das minhas miniaturas pintadas, fazer review de miniaturas, eventualmente postar fotos de jogos, diários de campanha, etc. 

Tudo isso surgiu motivado pelo meu projeto de escrever meu próprio wargame, inspirado no ChainMail (e enquanto aqui mal se conhece o ChainMail e o Warhammer 40K, lá fora isso é um mundo, com dezenas de wargames diferentes, dos mais variados períodos históricos e também de mundos de fantasia).

O meu wargame já está uns 50% completo, mas eu gostaria de testar as regras antes de publicar (e pretendo publicar no Wargame Vault, site irmão do Drivethru RPG onde meus outros livros estão publicados).

Esse projeto, aliado à minha vontade de ter miniaturas mais realistas (como já escrevi aqui antes, essa estética exagerada e "ultrafantástica" das miniaturas de RPG de hoje em dia não me agrada), me motivou a comprar e colecionar miniaturas medievais. E isso também é um mundo por si só.

Fora o meu wargame, também estou escrevendo (a passos de formiga e em doses homeopáticas) outros livros de RPG e outro jogo:

- uma versão mais "boardgame" do meu wargame (um dia explico melhor)

- algumas aventuras oldschool (teve uma delas que comecei há uns 3 anos achando que ia escrever rapidamente um pdf de 20 páginas para colocar logo à venda, mas a história foi se desnvolvendo e se provou muito mais desafiadora para escrever do que eu pensava, mas estou quase acabado agora. Essa é a mais avançada e as outras estão num estágio bastante embrionário ainda)

- outro livro de regras para uma nova classe de personagens (no estilo do meu "A Jester's Handbook", no qual eu criei a classe Jester, com suas regras próprias e itens mágicos específicos)

- um bestiário (puxando mais para o lado low-fantasy ou, digamos, "old fantasy")

- outro gerador de aventuras (no estilo do meu Gothic Plot Generator, mas focado em outro estilo literário). Este está quase completo e eu gostaria de publicar ainda este ano no DrivethruRPG.


E é por estes motivos que eu não tenho tido muito tempo e nem inspiração para escrever aqui no blog. 

Mas não pretendo abandoná-lo. 

Pelo contrário: para movimentar mais, vou passar a anotar aqui o andamento desses meus projetos, como uma "Atualização".

Eu até tenho alguns posts no rascunho. Vamos ver se consigo postar mais alguma coisa esse ano ainda.


Forte Abraço!

Fiquem com Deus!

Que as brumas não nos alcancem!

quarta-feira, 23 de abril de 2025

Sobre o dinheiro nos RPG e o uso de "seguidores" e "bases"

Esse é um aspecto um tanto quanto inexplorado do AD&D (ao menos na minha experiência como jogador e como mestre), e me parece ser uma  boa ponte entre RPGs e seus ancestrais, os wargames.

A construção de bases e o recrutamento de seguidores, conforme avança o nível do personagem do jogador, mostra uma faceta mais rica em detalhes da evolução de um aventureiro: começando geralmente sem posses ou pobre, ele se desenvolve e se transforma, através do acúmulo de experiência e de tesouros angariados em inúmeras aventuras, em um pequeno senhor local, com um castelo, fortaleza, mansão e até mesmo um grupo de seguidores (vassalos, soldados, aprendizes, criados, etc.). 



Isto poderia ser mais explorado em jogos porque é um aspecto interessante e geralmente ignorado: administração de (mais) recursos - não só as armas e itens que os PJ sempre carregam, mas também dinheiro, homens, terras, etc.

(Salvo engano, o RPG Pendragon tem essa mecânica de administração da propriedade do personagem do jogador - acho que chamam essa parte do jogo de "fase de inverno", talvez porque no inverno na Inglaterra não havia torneios, por exemplo) 




Além disso, os seguidores, enviados para cumprir missões para o PJ, poderiam eventualmente se tornar também PJs do mesmo jogador, ou de outros que entrassem no grupo. Talvez pudessem ser usados para substituir personagens que morriam (lembre-se de que estamos falando da época em que RPGs eram difíceis, e não simuladores de super-herói da marvel que nem os de hoje em dia!)

Assim como o D&D nasceu do Chainmail com a idéia de "vou interpretar aquele soldado ali", isto poderia ser uma maneira de fazer o caminho inverso, e eventualmente partir de um cenário de RPG para jogar um wargame baseado nas posses de um PJ específico, que se tornou rico o suficiente para comprar terras, construir um castelo e recrutar um exército e, digamos, desafiar o rei goblin que vive em uma montanha próxima em uma batalha em campo aberto contra suas hostes goblinídeas.

Outra vantagem é dar um uso para os tesouros angariados em aventuras e que muitas vezes não têm propósito (normalmente os jogadores só dão valor para armas e itens mágicos obtidos nas aventuras e não para o dinheiro, que costuma ser ignorado, conforme já mencionei em outro post aqui do blog) - e realmente nos tempos atuais de "D&D"5e, com seu público-alvo de imaginação superexcitada por MMORPGs e receptores de dopamina já viciados, o dinheiro no RPG geralmente não serve para nada, tendo em vista que hoje em dia desde o nível 1 praticamente todo PJ já é uma máquina de matar e já possui espadas lendárias no arsenal e seu nome já é conhecido no reino. 

Mas divaguei. Retomando o raciocínio: o dinheiro geralmente não tem muito uso para os jogadores. Talvez os mais adeptos do role play usem o dinheiro angariado nas aventuras para, digamos, subornar guardas e outras autoridades encontradas nas aventuras (principalmente humanos, anões e goblins - acho que elfos só seriam subornáveis com jóias ou itens mágicos,  e não por dinheiro!). Mas creio que mesmo tais jogadores sejam raros hoje em dia. E de certa forma não os culpo. Às vezes o dinheiro no RPG parece mesmo ser uma mecânica meio solta, pelo simples fato de que geralmente consegue-se encontrar tudo o que é necessário explorando dungeons e matando monstros. Até nos RPG de videogame tem uma hora que o personagem é tão poderoso que o dinheiro fica irrelevante porque não tem mais nada sendo vendido em lojas que valha a pena ser comprado- geralmente as armas mais poderosas são loot!


Assim, para dar uma utilidade maior para a mecânica do dinheiro em um jogo de RPG, acho que seria uma experiência bastante interessante um PJ ou até mesmo um grupo de PJs se juntando e dando uso para o dinheiro acumulado nas aventuras para contratarem seguidores, soldados, construtores e se tornarem senhores feudais, por exemplo. 

Daria muito pano para manga até para outros jogos.


O que os confrades que leem o blog acham?

Usavam a mecânica de seguidores e bases do AD&D?

O dinheiro era útil nas aventuras que vocês jogavam?



sábado, 17 de fevereiro de 2024

Breves comentários acerca das miniaturas de WarHammer

 

Há uma certa sutileza na estética que não é facilmente percebida de forma consciente, mas de certa forma todos nós a apreendemos nas profundezas do subconsciente (ou nos instintos, ou o que quer que isso seja), o que torna um tanto difícil explicar certas coisas com palavras, e temos que recorrer a analogias e metáforas para conseguir explicar determinados conceitos de "difícil" apreensão.

É o que tentarei fazer neste pequeno texto.



Eu acho as miniaturas de WarHammer um tanto estranhas e meio cringe (claro, com honrosas exceções). Elas têm um grau de "exagero fantástico" que passa um pouco da conta, na minha opinião. Alguns dos soldados do Imperium of Men, por exemplo, têm aqueles capacetes que lembram um pouco o Darth Vader: 


Para mim, não dá. Simplesmente fica parecendo infantil demais. Talvez war hammer seja mesmo para crianças, ou para adolescentes de até uns 14 anos, mas creio que a maioria do público que efetivamente joga seja formado por adultos (a confirmar, mas creio que sim). 

Eu tenho plena consciência de que eu sou chato e exigente quanto à estética das coisas em geral (por exemplo, não sinto nem vontade de sequer começar a ler One Piece, dentre outros motivos, porque acho os designs dos personagens feios demais!), mas ainda assim, creio não ser o único que considera as miniaturas de Warhammer um tanto estranhas (um exemplo ainda pior são as miniaturas do extinto Mage Knight :::: essas eram infantis ao extremo, na minha opinião). 

Sou da opinião de que em geral o design das miniaturas de WarHammer é mais adequado para histórias em quadrinhos, e não para miniaturas. 

Eu acho que existe um meio adequado para cada tipo de estética.

Por exemplo, eu não consigo imaginar quadros, pinturas a óleo, sendo pintados retratando pessoas de nossa época trajando roupas atuais, principalmente as roupas que são usadas pelo pessoal novo-rico ou "pobre remediado" como sendo símbolo de status. Sem dúvida tais quadros existem (existe "arte" de praticamente tudo), mas ou caem no vale da estranheza, ou caem na "zona cringe". Por exemplo, como exercício mental, tente imaginar uma pintura a óleo de um hipster  usando uma camiseta escrito "Tommy Hilfigger" e calçando sapatênis, ou de alguém usando calças jeans rasgadas nos joelhos, moicano pintado de amarelo e uma blusa polo da Lacoste, ou de uma e-girl de cabelo rosa fantasiada de sailor moon. Simplesmente não combina, fica estranho. O único meio que combina com esse tipo de imagem são as web comics, e olhe lá. 

As miniaturas de warhammer são claramente feitas no estilo MMORPG, elas lembram personagens de LOL e WOW: personagens feitos com características exageradas, armas gigantes, armaduras impossíveis, todo item é lendário, toda espada tem um nome, e por aí vai. Eu acho que essa estética só combina com jogos de computador e videogame.

E as empresas de miniaturas que estão surgindo hoje em dia, focadas em impressão 3D, estão seguindo essa estética exagerada de MMO, da mesma maneira que os personagens de D&D 5e são na verdade personagens de MMO, conforme já escrevi várias vezes por aqui. 

Uma possível explicação para esses fenômenos é que a geração atual mais nova de jogadores teve sua imaginação moldada por WOW e LOL, e se acostumou à estética e aos demais exageros destes jogos. A geração mais antiga dos jogadores de RPG, em contraste, foi formada lendo O Senhor dos Anéis, As Crônicas de Nárnia, Le Mort d'Arthur, lendas arturianas, e diversos outros livros de fantasia. E fora outras referências de outros gêneros literários, como H.P. Lovecraft. O famoso "apêndice N" de D&D dá bons insights sobre o assunto.


Enfim, eu simplesmente prefiro miniaturas mais realistas e mais "pé no chão". Muitos fenômenos sociais se comportam como pêndulos, e no caso dos jogos, o pêndulo foi demais para o lado da High Fantasy. Eu já sou um sintoma do pêndulo começando a voltar para outro lado: estou preferindo cenários de estilo mais Low Fantasy: magias sutis, personagens sendo pessoas comuns ao invés de super-heróis, itens mágicos são raros, etc.

Prefiro miniaturas tipo as da Essex, Ral Partha, dentre outros fabricantes ingleses. Aqui no Brasil, acho que só a Wicca Workshop fabrica e vende miniaturas assim, sem exageros estéticos (embora bem high fantasy em sua maioria). Se eu tivesse uma empresa de miniaturas eu acho que optaria por esse estilo.

domingo, 28 de janeiro de 2024

Sobre Wargames e a valorização da História

Uma coisa que eu observo, principalmente em países anglófonos (especialmente Inglaterra e EUA), é a valorização da própria História e o interesse pela História como um todo, com destaque para o mundo antigo (Grécia e Roma no geral) e medieval (com apelo mais forte para a Europa Central - infelizmente a Europa Ibérica e a Europa Mediterrânea ficam meio que de fora dessa esfera de interesse, e eu tenho uma teoria de que isso ainda é o resquício de uma propaganda estatal anti-ibérica incentivada pelo Reino Unido na época da colonização, tendo em vista que os Impérios Português  e Espanhol eram bastante fortes e de certa forma concorrentes dos britânicos na conquista do Novo Mundo).



Esta valorização da história teve como um de seus efeitos colaterais, digamos, mais mundanos, a criação de diversos jogos de guerra baseados em momentos da história e vários até mesmo focados em batalhas específicas. 

Por exemplo, creio que as da Guerra dos 100 anos sejam as mais apreciadas,  ao que me parece, especialmente as batalhas de Agincourt e Crécy, e outras guerras que aparecem muito em wargames são a Guerra Civil Americana, a Guerra de Independência dos EUA, a Batalha de Falkirk, a Guerra das Rosas, e fora a infinidade de wargames baseados inteiramente nas guerras napoleônicas - aliás, "Napoleônico" é todo um gênero de war game.

(E de certa forma wargames me parece que são uma coisa bem forte na cultura centro-européia, pelo menos desde que os generais prussianos usavam seus Kriegspiel para simular batalhas e pensar em estratégias de guerra... Os Kriegspiel eventualmente deixaram de ser só uma ferramenta de planejemento militar e adentram a esfera dos hobbies, dando origem aos wargames... é bastante interessante pensar que esses Kriegspiel prussianos iniciaram uma bola de neve que, uns 200 anos depois, culminou em D&D e em todos os RPG!)



Falando de nosso país, embora o Brasil seja (graças a Deus!) um país pacífico, tivemos nossa cota de guerras no passado, principalmente no período colonial e no Império. 




Talvez pudéssemos valorizar nossa história, (sem ser forçado, claro, pois tudo forçado fica chato), e produzir jogos com base nestas guerras. 

(Ou então adotar os jogos baseados nas guerras estrangeiras e jogá-los melhor e com mais paixão do que os estrangeiros)



Mas aqui, infelizmente, somos ensinados a desprezar nosso país e nossa história desde cedo, numa espécie de "viralatização" forçada, então é óbvio que esse tipo de iniciativa receberia pouquíssima atenção e apoio. Seria mais uma coisa de nicho, que nem os RPG no geral. 

Mas, mesmo assim, eu fico impressionado em como que lá fora, mesmo RPG e wargame também sendo hobbies de nicho, há inúmeras empresas que vendem miniaturas, por exemplo, e aqui mal temos duas ou três. Lá fora também há diversas editoras de RPG, não só as ligadas a D&D e à WotC, e aqui praticamente só tem uma, ou duas, e nenhuma parece realmente interessada em crescer. Eu sei que nosso governo e nossas leis dificultam muito a atividade empresarial como um todo, mas ao mesmo tempo sinto que nossas empresas não têm ímpeto, não têm vontade de fazer grandes coisas, parece que gostam de ficar na mesma, entendem? 

Eu realmente sinto como se o Brasil como um todo, em todas as suas áreas econômicas e em todas as demais áreas relativas à criatividade, fosse um bonsai, cuidadosamente podado para nunca crescer além do vaso que lhe foi designado... (e de certa forma os pobres e a classe média do Brasil também são podados para nunca crescerem...)

Além disso, acho que especificamente no caso dos RPG e wargames pesa um pouco o fato de que não tivemos uma "Idade Média" no Brasil: as nossas guerras seriam classificadas, caso fossem cenários de um war game, como "Coloniais" (no caso das travadas no período das Capitanias Hereditárias), ou digamos, "Napoleônicas" (no caso das guerras do Primeiro e Segundo reinado e da Regência, e talvez as iniciais do período republicano). 

Eu particularmente acho que a Idade Média é o período que mais têm apelo no gosto do público jogador em geral, principalmente nos jogadores de RPG, mas dentro dos war games acho que isso fica meio dividido, pois o público que gosta das guerras napoleônicas é bem grande também. E nem sei se "Colonial" é mesmo um gênero de wargame, pode ser apenas uma variante do "Napoleônico", só que mais focado em "guerrilhas" do que em batalhas de grande escala, e com um cenário mais, digamos, tropical.

(Eu pessoalmente prefiro o período medieval, especialmente batalhas que envolvam cercos)

Para criar jogos de guerras medievais para "valorizar nossa cultura" (repito: nunca façamos isso de maneira forçada, porque senão fica chato!), teríamos que ou criar guerras fictícias passadas no Brasil colônia (digamos, imaginar que os portugueses construíram castelos no Brasil e sofreram cercos dos franceses, ou vice-versa) ou nos basear em guerras reais ocorridas no medievo Português e Espanhol, nossos principais antepassados europeus, ou então nas guerras dos reinos Visigóticos, Alanos e Suevos do início da Idade Média,  tendo em vista que tais povos  são antepassados dos portugueses e espanhóis (e por tabela nossos antepassados também).  E também nas guerras do reino de Al-Andaluz, nossos antepassados mouros.





Nós brasileiros somos herdeiros de todas estas tradições, embora frequentemente nos esqueçamos disso.

E se quisermos criar jogos com base em nossas guerras coloniais e do período imperial / república da espada, será necessário estudar de maneira mais aprofundada as batalhas dessas épocas (pois o que geralmente aprendemos na escolinha a respeito destas batalhas é muito en passant e geralmente só decoreba envolvendo os nomes das batalhas e quais eram os lados em conflito, sem nunca aprofundar) - deveríamos estudar os contingentes dos lados beligerantes, os movimentos das batalhas, a geografia dos locais das batalhas e suas influências nos movimentos das tropas, etc. - mas creio que as fontes para este estudo sejam um tanto obscuras. De qualquer maneira maneira, tais guerras combinariam mais com regras para wargames do tipo "napoleônico". 

Mas aí voltamos ao problema de que nossa história é ensinada, desde que somos crianças, de tal maneira que crescemos com a noção de que ela é "chata" (por "chata" entendam: sem muito apelo para fazer jogos, romances de aventura, filmes, etc.). Talvez seja mesmo, ou talvez não, eu sinceramente não sei ao certo. Acho que tentamos muito pouco dar uma valorizada nas nossas coisas, e nas poucas vezes que tentamos somos sabotados, tanto por pessoas de dentro quanto por pessoas de fora do país. E muitas vezes essa sabotagem não é nem no sentido de impedir que as coisas sejam feitas, mas sim no de dar uma direção ruim para as coisas (por exemplo, fazer ficar forçado e chato - no sentido usual da palavra chato). 

Acho que deveríamos nos esforçar um pouco mais para sair desse marasmo! 

Por exemplo, eu acho que a Guerra do Paraguai daria um bom cenário de wargame "Napoleônico", assim como as várias batalhas da nossa guerra de Independência. E talvez poderíamos fazer "versões medievais" de tais guerras, para dar um sabor a mais. Por exemplo, eu no momento estou escrevendo, já há mais de 1 ano, um livro de regras para um wargame medieval e pretendo  um dia escrever uma versão medieval (e depois, quem sabe, outra mais realista) da Guerra de Canudos. Eu acho que daria um cenário bem legal para um wargame!




Talvez a história da Inglaterra, da França, etc. sejam bem chatas também, mas eles conseguiram fazer uma "propaganda" boa de suas respectivas histórias, criaram toda aquela mística em torno da figura dos cavaleiros medievais, da Guerra dos 100 anos, das batalhas de Agincourt, Crécy, Tours, Lepanto, etc. Talvez seja só uma questão do modo como as coisas são contadas: os ingleses vivem realçando como seus longbowmen eram fortes e versáteis,  e como que o longbow era uma arma difícil de ser dominada, que era "para poucos", etc. e criaram toda uma mística em torno de como os "invencíveis arqueiros ingleses" mudaram o desfecho de várias batalhas da guerra dos cem anos. Os franceses valorizam muito seus paladinos, há muitas histórias e romances de cavalaria escritos há séculos que realçam seus grandes feitos em combate, sua coragem, honra, dentre tantas outras virtudes associadas aos cavaleiros. E tais escritos influenciam toda uma mentalidade, uma imagem que os franceses têm de si próprios, assim como foi feito pelos ingleses.

Por quê aqui não fazemos isso também?

Se fizéssemos o mesmo em relação à nossa história, aos nossos heróis, os grandes guerreiros e capitães de nosso passado  talvez aí encontrássemos um tesouro esquecido.


Reflitamos, confraria.


sábado, 21 de janeiro de 2023

A cultura de war games no Brasil ainda é fraca

Saudações, aventureiros, taverneiros e aos caríssimos 6 seguidores do blog!

Como (acredito) que todos saibam, D&D nasceu de um wargame chamado Chainmail, também inventado pelo Gary Gigax, o "DM original". Acho a ideia dos wargames uma coisa bem legal, e considero uma lástima que tal hobby não seja tão difundido no Brasil. Nesta postagem vou tentar expor os motivos que eu considero que são a razão disso.


Por alguma razão sociológica/antropológica, os britânicos e seus descendentes americanos têm (ou tinham, sei lá) uma cultura forte de valorizar esse tipo de jogo. Chainmail não foi o primeiro war game. Bem longe disso: já existiam outros antes dele, o próprio Gygax inventou outros enquanto trabalhava como empregado para uma empresa de jogos, e até hoje são inventados alguns, e acredito que o próprio Chainmail ainda deva ter uma comunidade de alguma relevância lá fora. Hoje em dia acredito que o jogo de maior sucesso seja o War Hammer. E com certeza há outros que também fazem sucesso.

Como já escrevi acima (e é meio óbvio para quem se interessa por esse tipo de jogo), aqui no Brasil infelizmente não temos essa cultura de jogar war games. Uma pena, pois a meu ver é um passatempo bastante saudável, pois ajuda o jogador a treinar diversas habilidades importantes, tais como: 

- planejamento de longo prazo; 

- visão do "todo"; 

 - resolução de problemas;

 - tomada de decisões;

 - pensamento estratégico;


Por quê será que a cultura de Wargames é bem fraca por aqui?

Acredito que isso possa ser explicado, ao menos em parte,  por conta dos seguintes fatores: 

 -baixo poder aquisitivo da população (geralmente são jogos caros);

 - dificuldades de importar wargames que existem lá fora;  

- porque somos (infelizmente) pouco industrializados, e com isso somos bem pobres de miniaturas, então até para inventar wargames usando miniaturas genéricas era bem difícil por aqui. 

E isso tudo fora a dificuldade de se criar coisas por aqui, a qual existe por diversos motivos: 

    - síndrome de vira-lata que faz com que muitos criadores forcem a barra para "valorizar a cultura nacional" o que resulta na maioria das vezes em coisas chatas e com aquele jeitão "forçado";  

   - a pouca tolerância ao risco dos empresários brasileiros, explicada pelas imensas dificuldades de se empreender no Brasil (como já li em algum lugar, enquanto que nos EUA é muito fácil abrir uma empresa e, em caso de quebra, simplesmente se abre um processo de falência e começa de novo, do zero, aqui só se consegue falir uma vez, pois o empresário tem que pagar indenizações ao mundo todo quando vai à falência e sai devendo até as calças (tem algumas coisas que até são justas, mas no geral acho pesado demais e trava o crescimento do país como um todo);

Enfim, hoje é óbvio que estamos melhor servidos (graças ao e-commerce, principalmente), pois consegue-se comprar alguns wargames e diversas miniaturas em sites de compras (ainda que por preços exorbitantes). 

Mas antes do boom da internet era muito difícil achar jogos e miniaturas para comprar. Eu, por exemplo, para jogar RPG, só tinha aquelas miniaturas que vinham com o kit First Quest (AD&D 2e) e usava também aquele soldados de metal que vinham no kinder ovo. 

E hoje em dia temos até uma empresa ou outra (brasileira) que fabrica miniaturas: conheço a Wicca Workshop e a Kimeron miniaturas). Vocês conhecem mais alguma?

Então pode ser que daqui a alguns anos este cenário melhore, embora acredite que a barreira do poder aquisitivo X altos custos de tais jogos ainda permaneçam por muito tempo...