sábado, 16 de maio de 2026

O resumo de um dos maiores problemas atuais da Fantasia


Esse print abaixo, de um post que eu vi recentemente no twitter, resume bem uma coisa que eu penso não só sobre RPG, mas sobre a produção literária contemporânea de fantasia no geral:


Por melhor que eu escreva, a imagem acima resume bem o problema do excesso de tudo, a mentalidade de "toda arma é lendária", "toda espada tem nome", "todo personagem nível 1 já é um mestre espadachim", etc que contaminou o gênero "fantasia" de uns anos para cá.  

Tudo é exagerado, os autores mais "mainstream" e até mesmo muitos "indies" acham que tudo precisa ser "épico", "espetacular" e aí pra mim isso estraga as coisas, pois tudo fica forçado demais e isso deixa um vazio no fim. 

Se tudo é "épico", "superfantástico", "ultra-super-mega-hiper-especial-plus", então no fim nada é especial e nada importa de verdade nesses mundos de fantasia. 

Nem todo guerreiro pode ser o mestre espadachim.

O aventureiro nível 1 não pode ser o mestre guerreiro, líder de uma ordem militar.

Para ser um mestre guerreiro, um arquimago, um druida hierofante, um mestre de uma ordem de paladinos, são necessários anos e anos de treino, estudo e sacrifícios. Não pode haver personagens que recebem tais coisas de mão beijada, sob o risco da história perder o significado.

Há muitos outros problemas, óbvio, mas esse é um dos principais. 

Qual a opinião dos meus 9 leitores sobre isso?


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